27 novembro, 2013

300h em slowfood (dia 31)

queimando os pés de porco já cortados

Manhã de sábado tranquila e começa a preparação para os pés de porco que The Chef irá apresentar numa feira na próxima semana. Ainda não entendi porque quem quer cozinha saudável ainda prepara aquela coisa nojenta, mas fui ajudar o Cozinheiro, pois havia 400 pés para preparar em 2 dias (e a cocção é demorada e nem tem tanta panela grande). 1º queimar os pés para acabar com qualquer resquício de pelo e cortá-los ao meio. Branquear (colocar em água fervendo por alguns minutos para limpar a carne). Refogar cebola e alho (com casca) e dourar os pés. Temperar com sal, pimenta e canela. Cozinhar em fogo baixo com vinho branco e água até a carne ficar bem macia. 


sortido de croquetas

Uma família japonesa (e catalã) muito simpática veio almoçar e seus 2 filhos (não aparentavam ter mais de 6 anos) foram na cozinha conversar com o Cozinheiro que os preparou as deliciosas croquetas. Aquela animou o Cozinheiro. 


minha sacola recheada

No intervalo fui conhecer a empresa de geléias Can Bech (escreverei a respeito no site do Menu Desconstrução) e tive uma ótima tarde regada de géleias deliciosas e conhecendo a cidade medieval de Peratallada. 


Entrada de Peratallada

A noite  foi movimentada. Um grupo de holandeses que optaram pelo menu degustação fez a nossa alegria em meio a um bando de ricos problemáticos que vieram jantar. Ainda tinhamos os pés de porco ocupando quase todas as bocas dos fogões e The Chef não deu trégua, em busca de suas neuroses, em plena cozinha em chamas! Como é insuportável! Mas o simpático grupo de holandeses foi até a cozinha, um por um, depois todos, agradecer o Cozinheiro por os fazerem felizes esta noite. Foi uma deliciosa sensação que tivemos naquela estressante noite... 

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