31 outubro, 2013

300h em slowfood (dia 18)

O delicioso Fideuá

Está ficando difícil levantar...

A meta de hoje é deixar tudo preparado para uma grande reserva de 2º feira. Aos poucos pego mais velocidade para cortar as cenouras orgânicas  (a maioria vêm finas) em juliana... e sem me cortar! O almoço de hoje? Fideuá! A melhor que já comi em toda minha vida e com o meu perfeito ali oli (virei a "especialista" em ali oli no restaurante por conseguir desde a primeira vez, no pilão, emulsioná-la bem). Como ontem acabou o azeite (e final de semana nenhum provedor entrega) de cozinhar, fizemos cada garrafinha do restaurante chorar até a última gota. Mas quando chegou a vez da última de finalização de saladas, meu coração apertou. Estavamos com um estoque de garrafas de azeite encontrados por todo o restaurante e o único puro que encontrei foi um de cânhamo. Eu disse ao Cozinheiro "só temos esse" e ele responde "vai esse mesmo". E faz um dia que fazemos clientes levemente felizes. Mas hoje alguém não gostou (realmente seu gosto é bem pronunciado) e o Cozinheiro jogou-o fora... e o sabor era muito bom! O Cozinheiro anda enfadado, ele não é da filosofia pregada pelo restaurante (daí surge as inúmeras brigas com The Chef), não está acostumado a calmaria e parece estar mal de saúde. 

Mais uma vez The Chef me pediu para fazer o ali oli, mas antes de acertar o ponto, o azeite acabou e não havia nenhum outro igual (me desesperei pensando no "segredo" do ali oli). Pedi ajuda ao Cozinheiro que agregou o antigo ali oli que ele fez no turmix. Desandou tudo! Fui fazer outro, me gritou que não e se pôs a consertar. como sempre, no turmix. Desandou e acrescentou gema. Como um louco, dava um jeito e acabava...

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