28 outubro, 2013

300h em slowfood (dia 15)

Royal

15 dias de trabalho direto e já está difícil levantar da cama. O ânimo voltou (pois quando o Cozinheiro entra na cozinha ele berra: animo chicos! E é impossível não despertar, nem que seja de susto). Chega perguntando o que preparamos ontem, ajeita a cozinha do seu jeito e prepara 3 coisas ao mesmo tempo. Ele é rápido e se entendia por não ter o que fazer (pouco movimento no restaurante) mas logo ele arruma o que fazer. Como tudo é preparado no restaurante, partimos para as coisas que estão chegando ao fim, como as massas. E a melhor forma de acompanhá-lo é aprender a pegar o bonde andando. 

A noite começou tranquila e nos preparávamos para produzir sobremesas quando chegam volumosas mesas (já eram 22h). Pára tudo para servir os clientes que limparam o prato (não voltou nem vestígios de molho) e ainda reclamaram que os pés de porco tinham pouca carne. "Mas quem come pé de porco é porque gosta de chupar osso" gritou Cozinheiro e, antes de mostrarmos a prova do crime dos glutões, The Chef (que estava no salão e ouviu tudo) já tinha oferecido um maior e suculento Royal (prato feito com carne vermelha) antes de se inteirar do ocorrido. Foram os comensais safados mais felizes que vi por ali...

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