16 outubro, 2013

300h em slowfood (dia 1)


Acordei super cedo, nervosa (ansiedade do 1º dia e de como resolver a questão da estadia que pensei que iam me ajudar, já que vou trabalhar de graça). No café da manhã, conversei com a mãe The Chef (uma simpática e divertida senhora) e expliquei minha situação. Ela me explicou que estava atendendo um pedido da filha (The Chef) e que nunca havia recebido gente em casa. Mas que eu ficasse tranquila que ela ia conversar com The Chef a respeito e que estava ali para me ajudar também. 

*Começo a pensar que a palavra tranquila e ajudar, em espanhol, tem outro significado...

Cheguei super cedo e fui apresentada ao Cozinheiro, ao restante da equipe (cada um tinha sua hora de chegar) e perdida como cego em tiroteio, procurava acompanhar os ajudantes de cozinha para cima e para baixo para entender qual era minha função. Eles, os assistentes (eram 2) eram jovens estudantes de áreas distintas que estavam trabalhando ali para ganhar um dinheirinho, como fazem a maioria dos estudantes no verão europeu. 

Eramos 5 na cozinha: o cozinheiro, 2 ajudantes, o lavador de louça e eu, a estagiária. Durante o dia havia uma garçonete. A noite eram 4 (1 contratada, 1 estudante contratado para o verão e suas 2 filhas também contratadas para o verão). E The Chef alternava seus serviços administrativos entre garçonete e preparos rápidos na cozinha quando o restaurante estava cheio. É um restaurante pequeno de 18 mesas, cuja maioria ficava numa agradável varanda (na verdade uma ruela) coberta por uma refrescante sombra de uma árvore.    

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